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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Presidente do Secovi-SP ressalta novo patamar do mercado imobiliário



                                                         Imagem meramente ilustrativa



O mercado imobiliário caminha para o patamar do desenvolvimento sustentado. Vários são os indícios do processo, alicerçados em pesquisas mensalmente realizadas pelo Secovi-SP, que acompanham o desempenho da área em termos de volume de vendas e de lançamentos, com base em dados da Embraesp, e na observação da linha histórica do segmento.

Para que se possa avaliar o comportamento do mercado, é preciso considerar um período de tempo maior. Imóvel não é produto similar aos de uma linha de produção industrial. Entre a concepção e a entrega final das unidades de um empreendimento, são consumidos três ou mais anos. Assim, ignorar essa especificidade pode resultar em interpretações equivocadas. A análise isolada do número de unidades vendidas, ou como foram vendidas e a que preço, sem considerar o conjunto das operações, pode não conduzir à correta avaliação. É a apreciação global dos indicadores disponíveis que revela um setor e sua evolução, principalmente se esse segmento tem elevado ciclo operacional.

À luz dessa premissa, cabe olhar o passado recente de nossas atividades. Os anos 80 e 90 são considerados décadas perdidas para a indústria imobiliária brasileira. Excetuando-se os programas habitacionais no final do governo Figueiredo, pouco aconteceu de substancial na produção de moradias do País. Nesse período, o problema do setor e da sociedade teve um denominador comum: a falta de financiamentos.

A situação começou a mudar somente a partir de 2002, quando medida do Banco Central provocou a volta de recursos para o crédito imobiliário. Era o então chamado Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) virtual, um dinheiro que deveria ter sido destinado à habitação, e não o foi. Mas a grande mudança passa a acontecer de fato em 2004, com marco regulatório que veio garantir segurança aos agentes financeiros, às empresas e aos compradores de imóveis no Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Desde então, o mercado imobiliário vem experimentando um notável crescimento, relacionado ao aumento do poder aquisitivo e à volta dos financiamentos, com prazo e taxa de juros compatíveis com o bolso do comprador.

Em 2004, os empréstimos realizados com recursos da caderneta de poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) somaram R$ 3 bilhões, em âmbito nacional, correspondentes a 54 mil unidades. De lá para cá, o incremento foi excepcional. Chegamos em 2011 com R$ 80 bilhões em financiamentos (um recorde histórico), equivalentes a 493 mil habitações, e a previsão para este ano é de quase R$ 104 bilhões.

Essa curva ascendente teve um pico em 2010, que foi um ano incomparável e houve uma razão concreta: o Produto Interno Bruto registrou taxa de 7,6%, dinamismo econômico, renda maior, confiança no futuro, forte demanda por imóveis, financiamento abundante e produção condizente foram os ingredientes da receita do surpreendente sucesso do setor. 

Haveria tudo para essa receita continuar funcionando em 2011 não fosse uma nova crise abalar a economia mundial. O Brasil não ficou imune à desaceleração internacional, como comprova o aumento de apenas 2,7% do PIB.

O mercado imobiliário na capital paulista, que por ser o maior do País é também o mais sensível, sofreu com a diminuição de três ingredientes na mencionada receita: a economia arrefeceu, a confiança diminuiu e a demanda se retraiu um pouco. Tal fato repercutiu no desempenho do setor, que passou a fazer o necessário ajuste para que reencontrar o ponto de equilíbrio ideal, agora com vistas a um crescimento sustentado. 

Embora a comercialização no ano passado tenha superado os níveis históricos médios, até mesmo com Valor Geral de Vendas (VGV) ligeiramente maior, o mercado teve desempenho menor se comparado unicamente aos elevados números de 2010. 

Isso não significa uma desativação preocupante, como alguns insistem em afirmar. Na verdade, o setor está se ajustando às novas condições. Afinal, a grande função social do mercado imobiliário é equilibrar oferta e demanda, para que se consiga a estabilidade de preços.

Essa é a ciência dos negócios imobiliários. Uma ciência esquecida pela euforia que envolveu a todos, graças a um cenário econômico exuberante, vis-à-vis à realidade de outros países, e que agora se assenta em seu devido lugar.

Desse modo, sem entusiasmo exagerado, mas com objetividade, é de se esperar que o mercado de imóveis continue a apresentar bons resultados em 2012 e nos próximos anos. Inclusive, cada vez mais bem distribuído no atendimento a diferentes faixas de renda familiar.

Até 2022, será necessário produzir 23 milhões de novas moradias no País, de cerca de 1,9 milhão de habitações por ano. Isso implica trabalhar muito para que programas governamentais, como o Minha Casa, Minha Vida, funcionem para todos, inclusive nas metrópoles. Implica, ainda, propor e defender a adoção de novos modelos de ocupação urbana, sem os quais é impossível viabilizar os empreendimentos e, por consequência, equilibrar oferta e demanda. Esses são os novos desafios de nosso setor.


Fonte : Sindicato da Habitação de São Paulo.

Tópico elaborado pelo Corretor Marcelo Gil.


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Na foto Marcelo Gil e Colegas da Universidade Católica de Santos com Paulo Alexandre Barbosa, Secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo.

Marcelo Gil é Corretor de Imóveis desde 1998, Especialista em Financiamento Imobiliário e Perito em Avaliações Imobiliárias. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Agente Intermediador de Negócios. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor a ProTeste. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e ao Greenpeace Brasil.

CONTATO : ( 11 ) 7175.2197, ( 12 ) 8195.3573, ( 13 ) 9747.1006 /// E-MAIL : marcelo.gil@r7.com

SKYPE : marcelo.gil2000i /// FACEBOOK : Corretor Marcelo Gil /// TWITTER : marcelogil2000i

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domingo, 1 de abril de 2012

O maior avião de passageiros do mundo o airbus A380 visita o Brasil



                                                            Imagem do AirBus A380



O maior avião de passageiros em operação no mundo voltou ao Brasil. E nós aproveitamos para subir a bordo e conferir de perto um dos principais produtos da tecnologia moderna. A primeira coisa que chama a atenção é o tamanho. Com dois andares e capacidade para carregar até 853 pessoas, o Airbus A380 tem 73 metros de comprimento, 80 de envergadura e 24 de altura. O popular A320 fica pequeno perto dele.

Em operação comercial há 5 anos, o A380 levou mais de uma década para ser desenvolvido. O investimento foi alto, algo em torno dos R$35 bilhões. 253 aeronaves como esta já foram encomendadas. Cada uma ao valor de aproximadamente R$700 milhões e com prazo de dois anos para ser construída. Destas, 71 já estão voando. Mas, por enquanto, nenhuma na América Latina. A questão, principalmente no Brasil, é que os aeroportos não comportam o funcionamento de um avião deste tamanho no dia-a-dia. Além de espaço na pista, conhecendo a situação dos nossos aeroportos, imagine como seria o embarque de mais de 800 passageiros de uma só vez? Bom, melhor nem imaginar.

Hoje, o A380 opera em 55 rotas para 29 destinos no mundo. O gigante é indicado principalmente para aeroportos com fluxo diário de 10 mil passageiros de longa distância – o que é o caso de São Paulo e apenas outras 38 cidades no mundo todo. Há pouco mais de seis meses, a Infraero autorizou pousos e decolagens do A380 no país, mas não há qualquer previsão de quando nós, brasileiros, veremos novamente uma desta por aqui.

O modelo usado na turnê é uma aeronave de testes. No interior da cabine, nada de luxo, mas galões de metal cheios de água para simular o peso dos passageiros. Dá só uma olhada na quantidade de fios e em toda estrutura necessária para fazer esse gigante sair do chão com segurança. Nesta estação, dois engenheiros acompanham todo o funcionamento do Airbus e registram tudo para constantes atualizações.

Nós conversamos com o piloto do A380 para saber o que havia de novidades tecnológicas ali dentro. Segundo ele, existem novos dispositivos como, por exemplo, o "EyeWitness", um sistema que mostra na tela uma imagem do aeroporto onde o piloto estiver pousando e indica a rota exata de onde ele deve "estacionar". Outra novidade é o "Brake to Vacate", um sistema que informa ao piloto, em tempo real, a distância exata de frenagem para o avião chegar até a saída desejada. O francês diz que qualquer piloto de Airbus, com apenas 10 dias de treinamento, está pronto para pilotar o A380.

Outra coisa que chama a atenção é o silêncio da aeronave. O A380 chega a ser quatro vezes mais silencioso do que o "segundo" maior avião comercial do mundo. E, mesmo carregando 40% a mais de passageiros, consome cerca de 20% menos combustível. E ainda é capaz de voar mais de 15 mil quilômetros sem a necessidade de escala, suficiente para fazer um voo direto de São Paulo a Sydney, na Austrália. Esse é apenas o primeiro representante dos super aviões comerciais que vão dominar os céus do século 21.


FONTE E VÍDEO DE REFERÊNCIA : PROGRAMA OLHAR DIGITAL (01.04.2012).

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                     Na foto o Corretor Marcelo Gil apreciando a vista de um imóvel no Guarujá/SP.

Marcelo Gil é Corretor de Imóveis desde 1998, Especialista em Financiamento Imobiliário e Perito em Avaliações Imobiliárias. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Agente Intermediador de Negócios. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor a ProTeste. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e ao Greenpeace Brasil.

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Turismo Rural cresce na cidade de São Miguel Arcanjo



                                         Imagem do portal da cidade de São Miguel Arcanjo



São Miguel Arcanjo não só cresceu na colheita da uva em 2011, como também encontrou no turismo rural um sistema de divulgação cultural e econômica da cidade, destacando-se as atividades agrícolas. Por meio da prática do turismo, a conhecida "Capital da Uva Itália" permite aos visitantes participar de ações como Colha e Pague; visita às vinícolas artesanais, que abrem as portas para que o turista conheça a plantação, a produção, a colheita e a transformação da uva em vinho, sucos ou doces.

Produtos coloniais, cavalgadas, pesqueiros, entre outros, fazem parte também dos atrativos do povo são-miguelense para quem visita as terras da uva.

Entre as novidades do turismo está a visitação às vinícolas artesanais. São locais que produzem a uva, elaboram o vinho e comercializam a bebida. No ano passado, o produtor Osvaldo Joaquim Zorzi, de 57 anos, vendeu 6.100 garrafas de vinho. Ele, que é proprietário da vinícola Torre Alta, foi o pioneiro nessa empreitada. Há oito anos, Zorzi trabalha com a produção e a venda de vinhos, recebendo muitos turistas todo o ano. Atualmente, ele e mais seis vinícolas especializaram-se nesse segmento. "O produtor não pode ter surpresas no final da produção quando vai colher, pois pesa no bolso. E o mercado é quem manda no produto. Para mim, não estava bom mais a produção somente de uva. Mas com o apoio louvável da Prefeitura de São Miguel Arcanjo, hoje eu e outros produtores podemos produzir e comercializar os vinhos, encontrando uma nova forma de ganho", explica Zorzi.

Ele se lembra que antes de iniciar essa linha de comercialização, passou por quatro anos difíceis em razão da perda dos produtos. Dedicado à produção de uvas específicas para a elaboração do vinho, Zorzi admite ter reduzido a plantação de uvas para o comércio da fruta in natura. "Não posso parar, pois muitos clientes ainda me procuram para comprar a fruta", justifica. A produção é contínua ao longo do ano, já que Zorzi mantém a vinícola aberta todos os dias, das 8h às 18h. Atualmente, está com quatro mil pés, mas devido à demanda, aumentará mais mil.

Outras atividades já são tradição na cidade como a Festa da Uva e a Festa do Vinho.

A Festa da Uva tem como principal objetivo celebrar a safra da fruta que, neste ano, para os produtores foi melhor em 30% do que no ano passado.

Durante o evento, há shows musicais, exposição e venda de uvas, a pisa da uva, prova de laço, rodeio, entre outros atrativos. Essa festa está associada ao desenvolvimento turístico e cultural e atrai cerca de 100 mil visitantes nos quatro dias em que é realizada, geralmente no mês de fevereiro.

A Festa do Vinho tem por fim divulgar os vinhos produzidos artesanalmente pelos produtores do município. Essa festa traz diversas atrações entre shows musicais, provas esportivas como motocross e o bicicross, exposição e venda de artigos artesanais, entre outras.

A Festa do Vinho é realizada no mês de julho.

Além dessas festas tradicionais, há outros eventos que levam o turista direto às plantações das vinícolas. O meio ambiente também tem vez no turismo são-miguelense. Lá se situa o Parque Estadual "Carlos Botelho", que reúne uma diversidade de trilhas e de outros atrativos; além do Parque da Onça Parda e o Parque do Zizo.


Fonte : Jornal Cruzeiro do Sul, Folhas 7 do Caderno A (01.04.2012).

Tópico elaborado pelo Corretor Marcelo Gil.


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   Na foto Marcelo Gil e Ricardo Oliveira com a égua Pipoca no Sítio do Meu Avô na cidade de Itaberá/SP. 

Marcelo Gil é Corretor de Imóveis desde 1998, Especialista em Financiamento Imobiliário e Perito em Avaliações Imobiliárias. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Agente Intermediador de Negócios. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor a ProTeste. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e ao Greenpeace Brasil.

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quinta-feira, 29 de março de 2012

TRT da 2ª Região reafirmou condição do Secovi de São Paulo como legítimo representante dos condomínios



                                                        Imagem meramente ilustrativa



          COMUNICADO DO SECOVI PARA SÍNDICOS E ADMINISTRADORES DE CONDOMÍNIOS

O Sindicato da Habitação de São Paulo, na condição de único Sindicato legitimado a representar a categoria patronal dos condomínios no Estado de São Paulo, (exceção feita à Baixada Santista e Região e Ribeirão Preto), esclarece aos seus representados que, conforme sentença da 9ª Vara do Trabalho de São Paulo, proferida nos autos da Ação Declaratória nº 0152600-51.2010.5.02.0009, de 14/01/2011 teve confirmada a sua histórica representação dos condomínios.

Saliente-se que referida Ação, específica de Representatividade Sindical, e da qual o Sindicond é o autor, corroborou ser o SECOVI/SP a única entidade sindical apta a exercer as prerrogativas sindicais em todo o território geográfico do Estado de São Paulo (com exceção de Ribeirão Preto e Baixada Santista), como se vê de trecho da sentença publicada em 21/01/2011 abaixo reproduzido:

"Portanto, a luz de tudo o que foi exposto, julgo improcedente os pedidos formulados pelo Sindicond e julgo procedente a a reconvenção para considerar o SECOVI como o único representante sindical da categoria econômica dos condomínios da base territorial de São Paulo para firmar convenção e acordos coletivos e demais atributos próprios dos sindicatos". 

Vale destacar que tal decisão permanece inalterada, e seus efeitos imediatos foram reconhecidos. Tanto assim, que o Ministério do Trabalho e Emprego foi oficiado por despacho datado de 20/07/2011 da relatora do Recurso Ordinário do Sindicond, a reconhecer a eficácia imediata da sentença prolatada.

Em que pese a sentença ora referida garantir ao SECOVI a representação sindical já exercida, e sua efetividade imediata ter sido ratificada pelo TRT da 2ª Região, recentemente, o Ministério do Trabalho, em total afronta ao comando judicial e despacho mencionados, pautando-se em interpretações equivocadas sobre decisões proferidas em Mandado de Segurança fez publicar o restabelecimento do registro sindical do Sindicond em 03/01/2012, tendo retirado a expressão condomínios dos assentos do cadastro sindical do SECOVI/SP em 31/01/2012.

Tal cenário de ilegalidade e flagrante desobediência a decisão judicial antes citada, ensejou nova manifestação da Relatora do Recurso Ordinário, confirmando o primeiro despacho de 20/07/2011, que garantia eficácia imediata da sentença da 9ª VT/SP. Em relação as recentes alterações cadastrais praticadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego assim posicionou-se, em despacho de 29/02/2012 :

“EM MOMENTO ALGUM "DETERMINEI" QUALQUER "LANÇAMENTO" OU "ALTERAÇÃO" NOS ASSENTAMENTOS DO SECOVI OU DO SINDICOND JUNTO À SECRETARIA DAS RELAÇÕES DE TRABALHO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. ASSIM, REFERIDO ÓRGÃO (SECRETARIA DAS RELAÇÕES DO TRABALHO) DEVE ABSTER-SE DE PROMOVER QUAISQUER ALTERAÇÕES NOS DADOS CADASTRAIS DOS SINDICATOS QUE CONTENDEM NESTE FEITO, SALVO EXPRESSA, INEQUÍVOCA E EVENTUAL DETERMINAÇÃO EM JULGAMENTO FINAL, SE ASSIM FOR ENTENDIDO PELA TURMA JULGADORA”.

Vê-se de trecho desse recente despacho, publicado em 16/03/2012, que o restabelecimento do registro sindical do Sindicond, bem como a alteração ocorrida nos assentos cadastrais do SECOVI/SP, são atos ilegítimos, dos quais o Ministério do Trabalho e Emprego está expressamente impedido de praticar, até o julgamento final da ação da 9ª VT/SP.

Por conseqüência, o restabelecimento de registro sindical do Sindicond carece de legalidade, assim como os atos de registro de convenções coletivas firmadas entre o Sindicond e certos sindicatos profissionais, como também os inoportunos expedientes de cobranças de contribuições sindicais/assistenciais, inclusive relativos a períodos em que o mesmo sequer estava constituído como entidade sindical. Por estas razões, o SECOVI/SP reafirma que sua representatividade permanece sendo exatamente a mesma, eis que garantida judicialmente.


ÍNTEGRA DO DESPACHO

http://www.secovi.com.br/campanhas/secovi/2012/img/desp_16-03-12.pdf


Fonte : Sindicato da Habitação de São Paulo e Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.

Tópico elaborado pelo Corretor Marcelo Gil.


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Na foto o Corretor Marcelo Gil e o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, na cidade de Mongaguá. 

Marcelo Gil é Corretor de Imóveis desde 1998, Especialista em Financiamento Imobiliário e Perito em Avaliações Imobiliárias. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Agente Intermediador de Negócios. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor a ProTeste. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e ao Greenpeace Brasil.

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terça-feira, 27 de março de 2012

Ministério do Turismo identificou na web o uso equivocado de marcas institucionais


                                                    
                                                        Imagem meramente ilustrativa



Com tantas belezas naturais, culturais e a grande diversidade gastronômica, ainda tem quem insista em promover o Brasil por meio de “roteiros sexuais”. A imagem negativa, que não condiz com a realidade turística do país, tem sido combatida com afinco pelas instituições públicas.

Em uma ação inovadora, o Ministério do Turismo realiza desde o ano passado a proteção contra fraude e uso indevido de símbolos e programas de turismo na internet. De um total de mais de duas mil notificações aos sites que utilizam de modo equivocado palavras relacionadas às marcas “Ministério do Turismo”, “Turismo Sustentável e Infância” e “Viaja Mais Melhor Idade”, 82% foram relacionadas a conteúdos com conotação sensual ou sexual.

O estudo inicial previa identificar o uso indevido das marcas do MTur por sites de promoção do turismo. As pesquisas foram então ampliadas com mais palavras-chaves e termos em vários idiomas. A partir da constatação de resultados com apelos sensuais e sexuais, o Ministério do Turismo se aliou a outros órgãos, como a Secretaria de Direitos Humanos, Ministério da Justiça e a Polícia Federal, para estabelecer um intercâmbio de informações que permita agilidade para coibir essas práticas. À PF, por exemplo, foram encaminhados todos os indícios de crimes detectados, especialmente contra crianças e adolescentes.

Durante o ano de 2011, a pesquisa identificou 38.865 utilizações de imagens relacionadas ao Ministério do Turismo. Desse total, 2.169 ocorrências apontaram o uso equivocado de marcas e resultaram em abertura de procedimento administrativo. Em apenas um ano de monitoramento, 1.100 sites com conteúdos irregulares foram ajustados ou retirados do ar, representando 51% de sucesso na ação. Especificamente sobre turismo com conotação sensual ou sexual, o levantamento identificou mais de 1.770 sites com associações impróprias às marcas do Ministério do Turismo, ou seja, 82% do total de ocorrências.

Segundo o ministro do Turismo, Gastão Vieira, o ministério vai intensificar o trabalho com as demais instituições públicas para fortalecer o combate às práticas criminosas. “A exploração sexual no turismo é crime, e os responsáveis devem ser punidos. O Ministério do Turismo está atento a essas fraudes na internet para definir estratégias com todo o governo federal e coibir ações que tentem dar uma conotação negativa ao nosso país”, afirmou.


TURISMO DE VERDADE

Apesar da associação negativa com este tipo de turismo criminoso, a internet ainda é uma das principais ferramentas para o fomento do bom turismo. Nove em cada 10 brasileiros utilizam a rede como primeira fonte de informação sobre viagens, segundo dados do ministério. É também pela internet que 81% dos brasileiros emitem passagens aéreas e 72% reservam vagas em hotéis.

O ministro Gastão Vieira reforça que o trabalho do ministério em promover as belezas naturais, os atrativos culturais e a hospitalidade do povo brasileiro tem atraído um número cada vez maior de turistas estrangeiros ao país. Em 2011, foram 5,4 milhões de visitantes de outros países. “Temos capacidade de receber bem os turistas e recepcionar grandes eventos. A política brasileira é a de proteção e respeito aos direitos humanos e é assim que os outros países devem nos ver”, afirmou.

As ações de combate à exploração sexual infantil têm sido constantes no Ministério do Turismo. De um investimento de R$ 200 mil em 2005, o Programa Turismo Sustentável e Infância passou a contar com o orçamento de R$ 6,5 milhões em 2011, foram R$ 32 milhões investidos pelo MTur durante esses seis anos. Nesse período, 65 convênios foram aprovados e 163 seminários de sensibilização junto à cadeia produtiva do turismo foram realizados. Além disso, as ações de enfrentamento à exploração de crianças e adolescentes mobilizaram mais de 110 mil pessoas em todo o país.


Fonte : Ministério do Turismo.

Tópico elaborado pelo Corretor Marcelo Gil.


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                     Na foto o Corretor Marcelo Gil em recente evento realizado pela PROTESTE.

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Mensagem do Presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis




VÍDEO DE REFERÊNCIA



CRÉDITOS DO VÍDEO AO CONSELHO FEDERAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS.


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domingo, 25 de março de 2012

Declaração de imóveis no imposto de renda



                                  Imagem meramente ilustrativa de imóveis no Rio de Janeiro.



De olho nos gastos declarados por quem possui imóveis ou recebe aluguéis, a Receita Federal confronta os dados recebidos pelas pessoas físicas com as informações enviadas por construtoras, incorporadoras, imobiliárias e administradoras de imóveis.

Como estas empresas são obrigadas a prestar informações sobre todos os negócios que realizaram ao longo de 2011, fica fácil para a Receita identificar eventuais dissonâncias e, consequentemente, recursos que escaparam da mordida do Leão.

Confira, a seguir, as orientações para situações inusitadas envolvendo a venda, reforma e aquisição da casa própria ;


VALORIZAÇÃO ARTIFICIAL DO IMÓVEL

Quando o bem for declarado pela primeira vez, seu valor será dado pelo dinheiro gasto com a aquisição. Essa informação jamais será corrigida por qualquer índice de preços. A Receita não está interessada em saber a valorização do imóvel, mas apenas quanto você pode embolsar se resolver vendê-lo.

O ganho de capital será dado pela diferença entre o que você levou na venda e o que você gastou na compra. É justamente por isso que muitos contribuintes, intencionalmente ou não, alteram o valor dos seus bens com o passar dos anos. Com um preço mais alto, diminui o hiato entre o valor do imóvel quando foi inicialmente adquirido e o seu preço quando foi passado pra frente. A princípio, essa “atualização” diminuiria o bolo sobre o qual incide o IR de 15% aplicado pela Receita sobre um eventual ganho de capital, dinheiro que seria recolhido quando o proprietário se desfizesse do bem.

Só que essa prática é condenada pelo Fisco. Quem submeteu valores errados deve fazer a retificação do IR em todos formulários possíveis. Isso porque o contribuinte tem o prazo de até cinco anos para retificar a declaração, com a condição que o exercício não esteja sob procedimento de ofício.


REFORMAS E MELHORIAS

Esta é a única situação que admite mudança no valor do imóvel declarado pelo contribuinte. Quanto mais caro, menor será o ganho de capital na hora da venda e, portanto, menos impostos serão devidos ao governo. Por isso, é importante guardar todos os comprovantes das despesas com reformas e melhorias e lançá-los anualmente na declaração. Os dados e valores devem ser preenchidos no campo “Discriminação”, junto com as demais informações sobre o imóvel, como localização e preço. A coluna de 2010 deve mostrar o valor do imóvel antes das reformas, e a coluna de 2011 já deve apontar o acréscimo ganho com as benfeitorias.


REFORMAS NA ÁREA COMUM DO PRÉDIO

“Quando você compra um bem em um condomínio, você tem uma área útil e uma fração ideal da área comum", explica Edino Garcia, do DeclareCerto IOB. A informação é descrita na própria escritura do apartamento. Segundo ele, o dinheiro que for gasto com as benfeitorias do prédio, como instalação de piscinas, churrasqueiras e reforma da guarita, por exemplo, podem ser usados para aumentar o valor do bem, assim como eventuais melhorias dentro do apartamento o fariam.

Para comprovar essas despesas, o contribuinte precisa reunir cópias das notas fiscais e orçamentos apresentados nas assembleias. Multiplicando tudo que foi gasto pela sua fração ideal, ele irá encontrar em que proporção seu apartamento foi valorizado. É necessário especificar esse cálculo no campo “Discriminação” e somá-lo ao valor do apartamento declarado em 2010 para, em seguida, lançar o resultado no campo de 2011.


TERRENO QUE VIROU CASA

Se no ano de 2010 o contribuinte tinha um terreno, e em 2011 terminou a construção de uma casa sobre esta área, basta mudar o código na declaração de “13 – Terreno” para “12 – Casa”. No campo “Discriminação”, ele irá dizer quanto gastou para construir o imóvel. E na situação de 2011, vai somar esse custo ao valor do terreno informado em 2010. Vale lembrar que se a casa não tiver sido concluída, é preciso manter a ficha com o código “13 – Terreno”. Neste caso, o declarante irá apenas lançar no campo “Discriminação” que iniciou uma construção no local, informando também todos os valores gastos até então. A seguir, ele irá somá-los ao preço do terreno, preenchendo “Situação em 31/12/2011” com o novo valor total. O procedimento independe do “Habite-se” ter ou não saído.


IMÓVEIS COMPRADOS COM SUBSÍDIO DO GOVERNO FEDERAL

Independentemente da quantidade de dinheiro recebido a título de subsídio, o proprietário do imóvel deve declarar como valor do bem apenas o montante que saiu diretamente do seu bolso. “O subsídio como benefício fiscal é dado apenas para a construtora, para ela fazer um prédio mais barato e ganhar, em contrapartida, a possibilidade de pagar menos impostos ao governo”, explica Edino.

Tirando essa particularidade, a declaração segue as mesmas regras aplicadas em qualquer outra situação. Em caso de empréstimo, será preciso informar na ficha “Bens e Direitos” o tipo de imóvel adquirido, indicando a existência de financiamento no campo “Discriminação” e informando o montante já pago para liquidar a dívida no ano passado. A regra é sempre declarar como valor em 2011 o valor total pago pelo contribuinte do início do contrato até o dia 31 de dezembro.


USO DO FGTS NO FINANCIAMENTO DA CASA PRÓPRIA

É preciso indicar o recebimento destes recursos na linha 03 da ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. No mais, o contribuinte irá declarar o imóvel normalmente na ficha “Bens e Direitos”: se for financiado, será preciso informar todos os valores das parcelas que foram pagas até 31 de dezembro de 2011, e não o valor total do bem. No campo “Discriminação”, também devem ser relacionadas as condições de aquisição do imóvel: se já está quitado, se foi comprado de uma construtora, financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação, ou por uma outra linha de crédito.

Se a aquisição tiver sido pelo SFH, não é preciso informar a dívida pendente. Do contrário, o contribuinte terá que acessar a ficha “Dívidas e Ônus Reais” e informar as pendências. Esse valor será atualizado ano a ano: à medida que o imóvel ficar mais caro em “Bens e Direitos” (pois mais parcelas terão sido pagas), a dívida também ficará proporcionalmente menor em “Dívidas e Ônus Reais”.


Fonte : Revista Exame.com

Tópico elaborado pelo Corretor Marcelo Gil.


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                     Na foto o Corretor Marcelo Gil em recente evento realizado pela PROTESTE.

Marcelo Gil é Corretor de Imóveis desde 1998, Especialista em Financiamento Imobiliário e Perito em Avaliações Imobiliárias. Técnico em Turismo Internacional. Agente Intermediador de Negócios. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor a ProTeste. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e ao Greenpeace Brasil.

CONTATO : ( 11 ) 7175.2197, ( 12 ) 8195.3573, ( 13 ) 9747.1006 /// E-MAIL : marcelo.gil@r7.com

SKYPE : marcelo.gil2000i /// FACEBOOK : Corretor Marcelo Gil /// TWITTER : marcelogil2000i

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sábado, 24 de março de 2012

Homenagem à Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho - O nosso eterno Chico Anysio



                         Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, o nosso eterno Chico Anysio.


VÍDEO DE REFERÊNCIA



CRÉDITOS DO VÍDEO À TV CULTURA.

CONHEÇA O SITE OFICIAL DO CHICO ANYSIO. ACESSE : http://www.chicoanysio.com/ 

CONHEÇA O BLOG DO CHICO ANYSIO. ACESSE : http://bloglog.globo.com/chicoanysio/


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Marcelo Gil é Corretor de Imóveis desde 1998, Especialista em Financiamento Imobiliário e Perito em Avaliações Imobiliárias. Técnico em Turismo Internacional. Agente Intermediador de Negócios. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor a ProTeste. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e ao Greenpeace Brasil.

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sexta-feira, 23 de março de 2012

Reaproveitamneto de entulho da construção civil - Programa Momento Ambiental



                                                         Imagem meramente ilustrativa


Em todo o país toneladas e mais toneladas de resíduos da construção civil que poderiam ser reaproveitados ainda vão para o lixo. O programa mostra a contradição entre as realidades de Brasília e de Belo Horizonte. Enquanto na capital federal, nada é reciclado, em Minas, uma iniciativa tirada do papel há 16 anos garante o destino correto ao entulho. Até blocos ecológicos são produzidos a partir do material.


VÍDEO DE REFERÊNCIA



CRÉDITOS DO VÍDEO E DA REPORTAGEM AO CENTRO DE PRODUÇÃO DA JUSTIÇA FEDERAL.

Cuidar do meio ambiente é hoje uma obrigação e também um desafio para todos os habitantes do planeta. Uma preocupação que ganha novos contornos e exige providências sérias e rápidas. É neste contexto que o Centro de Produção da Justiça Federal (CPJUS) decidiu produzir o programa Momento Ambiental. Trata-se de um interprograma exibido nos intervalos das emissoras públicas e comunitárias que traz exemplos de iniciativas simples mas capazes de ajudar a preservar o planeta.


Tópico elaborado pelo Corretor Marcelo Gil.


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Na foto o Corretor Marcelo Gil com Sérgio Freire, Diretor Presidente da Brasil Brokers, na sede do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo.

Marcelo Gil é Corretor de Imóveis desde 1998, Especialista em Financiamento Imobiliário e Perito em Avaliações Imobiliárias. Técnico em Turismo Internacional. Agente Intermediador de Negócios. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor a ProTeste. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e ao Greenpeace Brasil.

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