sexta-feira, 20 de maio de 2016

Museu do Superior Tribunal de Justiça aumenta seu espaço de valorização da memória e da cultura


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01192

Com 26 anos de existência, o Museu do Superior Tribunal de Justiça (STJ) se firma como espaço de cidadania aberto aos operadores do direito, estudantes, pesquisadores e servidores do Judiciário. Neste 18 de maio, Dia Internacional dos Museus, o STJ estendeu o convite para visitar seu acervo a todos os interessados em conhecer a história da corte e seu antecedente, o extinto Tribunal Federal de Recursos (TFR).

O Museu do STJ foi criado como unidade em 1990 e posteriormente se transformou na Coordenadoria de Memória e Cultura, área da Secretaria de Documentação que tem por objetivo valorizar a história, o patrimônio, a arte, a cultura e a educação. Além das exposições temporárias, duas permanentes fazem parte do acervo do Museu do STJ.

Logo na entrada do tribunal, no Espaço Memória e Ação, o visitante tem a oportunidade de conhecer alguns dos principais momentos da história da corte, criada pela Constituição Federal de 1988, e suas atribuições. Maquetes, trajes de ministros, condecorações, vídeos e materiais de projetos socioeducativos da instituição estão expostos com textos explicativos.


Costura de processos

A segunda exposição, instalada em sala próxima à entrada da Corte Especial, fala sobre o Tribunal Federal de Recursos (extinto em 1988), órgão que precedeu o STJ e tinha sede no Rio de Janeiro. Entre as principais peças expostas, estão o busto do ex-presidente Eurico Gaspar Dutra; uma mesa onde se “costurava” os processos em papel e um cenário simulando uma sala de julgamentos.

Para Jaime Cipriani, coordenador de Memória e Cultura, “o museu é um campo de preservação e produção de conhecimentos multidisciplinares. Ele nos ajuda a compreender a forma de agir das instituições, assim como a forma de viver e pensar de pessoas, grupos sociais e nações. O Museu do STJ é um importante centro de formação para a cidadania, oferecendo ao público visitante uma intensa e variada oferta de serviços culturais e socioeducativos”.


Novidades

Recentemente, o Museu do STJ ampliou sua exposição, e novas peças estão chamando muita atenção do público, como alguns habeas corpus encaminhados à corte. Um foi escrito em um pedaço de papel higiênico e o outro em um lençol, símbolos que demonstram que o Judiciário está aberto à sociedade em quaisquer circunstâncias. As exposições ficam abertas ao público de segunda a sexta-feira, das 9 às 19hs.

A Constituição Federal, que deu origem ao STJ, também ganhou lugar de destaque. Atualmente, estudantes que visitam a Casa, por meio dos projetos socioeducativos Museu-Escola e O Despertar Vocacional Jurídico, e idosos, pelo Sociedade para Todas as Idades, recebem exemplares da Carta Magna.

Nas últimas décadas, os museus avançaram no sentido da maior integração com a sociedade, ao amparo da Mesa-Redonda de Santiago do Chile, organizada em 1972, cuja Declaração definiu o papel social dessas instituições. O Museu do STJ segue as diretrizes desse encontro, trazendo a comunidade para dentro da instituição, levando a uma reflexão sobre memória e identidade, e estimulando a conscientização sobre os temas da cidadania e da justiça.

No mundo, entre os primeiros museus abertos à visitação pública, destacam-se: o Ashmolean Museum (1683), em Oxford, ainda no espírito dos gabinetes de curiosidades; o British Museum (1753), em Londres, o primeiro grande museu nacional, secular, público e gratuito; e o Louvre (1793), em Paris, no esteio do processo revolucionário francês e, como tal, inspirado e inspirador de nacionalismos e do preservacionismo.



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Marcelo Gil é Conciliador e Mediador Judicial capacitado nos termos da Resolução nº 125 de 2010, do Conselho Nacional de Justiça, pela Universidade Católica de Santos. Mediador capacitado para a Resolução de Conflitos Coletivos envolvendo Políticas Públicas, pela Escola Nacional de Mediação e Conciliação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Capacitado para estimular a autocomposição de litígios nos contextos de atuação da Defensoria Pública, pela Escola Nacional de Conciliação e Mediação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Inscrito no cadastro de Conciliadores e Mediadores Judiciais do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos - NUPEMEC, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Pós-graduado em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário SENAC. Gestor Ambiental capacitado em Gestão de Recursos Hídricos pelo Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais - PNC, do Ministério do Meio Ambiente. Inscrito no Conselho Regional de Administração de São Paulo e no Conselho Regional de Química da IV Região. Graduado pela Universidade Católica de Santos, com Menção Honrosa na área ambiental, atribuída pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas - IPECI, pela construção e repercussão internacional do Blog Gestão Ambiental da UNISANTOS. Corretor de Imóveis desde 1998, agraciado com Diploma Ético-Profissional pelo CRECI-SP, por exercer a profissão por mais de 15 anos sem qualquer mácula. Homenageado pela Associação Brasileira de Liderança - BRASLIDER, no Círculo Militar de São Paulo, com o Prêmio Excelência e Qualidade Brasil, na categoria Profissional do Ano 2014 - "Corretor de Imóveis/Perito em Avaliações - Consultor de Negócios Imobiliários, Turismo e Meio Ambiente". Inscrito no Cadastro Nacional de Avaliadores do COFECI. Perito em Avaliações Imobiliárias com atuação no Poder Judiciário do Estado de São Paulo. Especialista em Financiamento Imobiliário. Agente Intermediador de Negócios. Pesquisador. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - PROTESTE. Associado ao Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC. Membro da Academia Transdisciplinaria Internacional del Ambiente - ATINA. Membro da Estratégia Global Housing para o Ano 2025. Membro do Fórum Urbano Mundial - URBAN GATEWAY. Membro da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e Colaborador do Greenpeace Brasil.


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Um comentário:

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